A especialização é a saída para atuar no ramo de bichos de estimação, os negócios em tomo do mercado pet não param de crescer. De jóias a perfumes para cães e gatos, há de tudo um pouco nas vitrines das lojas especializa das. Mas, sem dúvida, algumas das melhores oportunidades para novos empreendimentos estão na área de confecção, principalmente para quem pode dar um toque especial ao guarda-roupa dos animais. Para atrair a atenção dos consumidores de alto poder aquisitivo, é essencial ter uma boa variedade de modelos e de tamanhos de roupiÍ1has, além de algumas opções de caminhas e de edredons para os bichinhos.

Em 1993, a paulistana Maria Reis começou a fazer roupas para sua cachorra, a Pepita. A percepção de que este era um mercado quase inexplorado na época consolidou a idéia de começar o próprio negócio. Desenvolveu uma modelagem capaz de atender tanto filhotes quanto cachorros de porte, como o dog alemão, graças à adoção de muito elástico na produção das peças.

Maria, assim como outros empresários da área, começou como artesã. Depois de seis meses de atividade, contratou a primeira costureira e seis meses depois abriu uma microempresa. Conquistou como clientes redes de supermercados, pet shops e drogarias. Hoje, a Pet Pepita funciona numa área de 800 metros quadrados e emprega 120 pessoas. A quem deseja encontrar seu espaço no ramo, Maria avisa que é preciso investir na personalização das roupas. Usar tecidos de qualidade e renovar os produtos funciona como boa estratégia para aumentar as vendas. A cada três meses, a Pet Pepita, por exemplo, lança uma nova coleção, de acordo com Maria.

RAIO X

Negócio: roupas e acessórios para pets
Investimento inicial: R$ 5.000 (máquinas, acessórios e materiais)
Faturamento médio mensal: R$ 1.500
Média mensal de vendas: 100 peças
Preço médio de venda: R$ 15 por peça

Fonte:
SEJA SEU PATRÃO – PEGN, Nº1, P.60-61

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