O presidente da AICEP está convicto que as empresas portuguesas só conseguirão internacionalizar-se e competir em mercados como o asiático ou indiano se forem “mais rápidas, mais ágeis e com maior capacidade diferenciadora”. Devido às restrições de crédito, Pedro Reis admite que “podem perder-se boas empresas, enquanto outras resistem artificialmente”, mas garante que já estão a surgir outras fontes de financiamento, para além da Banca. No que diz respeito a contactos com investidores internacionais, Pedro Reis garante que costuma ter “todas as semanas” e, embora não divulgue nomes, garante tratarem-se de “multinacionais da mais variada origem, continentes e sectores”.

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